O deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG) manifestou severas críticas à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a suspensão do canal de WhatsApp denominado ‘Exército do Lula‘. A medida foi tomada a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e, segundo Janones, marca o início da ‘censura‘ no processo eleitoral.
A Decisão do TSE e a Denúncia do PL
A suspensão do canal ‘Exército do Lula‘ pelo TSE ocorreu após uma solicitação da campanha do candidato Flávio Bolsonaro. O partido alegou que André Janones estaria coordenando a disseminação de conteúdos desinformativos e ofensivos contra Bolsonaro, com a ciência e benefício da campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O canal, que contava com milhões de participantes, foi idealizado, conforme Janones, para a mobilização e orientação de eleitores no segundo turno das eleições presidenciais. A denúncia do PL apontava que a estrutura estaria sendo utilizada para distribuir ‘missões’ de compartilhamento de publicações e que teria empregado recursos públicos de campanha para impulsionar propaganda negativa, configurando desinformação.
A Defesa de Janones e as Acusações de Censura
Em sua defesa, André Janones negou veementemente as acusações de coordenação de desinformação. Ele afirmou em uma live que o canal estava em fase inicial, focado apenas na inclusão de perfis e explicações de funcionamento, sem ter divulgado qualquer notícia ou conteúdo até o momento da decisão do TSE.
O deputado reeleito reiterou que a ação do PL foi motivada por ‘medo’ de sua atuação nas redes sociais. Janones enfatizou que a proibição de criar outro canal no YouTube não o impedirá de dar continuidade à sua mobilização através de outras plataformas, como o Instagram.
Impacto e Continuidade da Mobilização
Apesar da restrição imposta pelo TSE, André Janones garantiu que o esforço de mobilização de eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva não será interrompido. Ele prometeu que continuarão ativos, buscando outras formas de comunicação e interação com a base de apoio, reforçando que ‘não vamos nos calar’.
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