Dólar a R$ 5,37: Entenda o Impacto da Venezuela e Política Interna no Mercado Financeiro

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Cotação do Dólar e o Cenário Econômico Atual

O **mercado financeiro** brasileiro registrou movimentos significativos, com o **dólar** fechando abaixo de **R$ 5,40** pela primeira vez desde dezembro. Essa performance, que viu a moeda estadunidense atingir **R$ 5,37**, foi impulsionada pela redução das tensões em torno da **Venezuela** e um renovado interesse por **economias emergentes**.

Nesta terça-feira, o **dólar comercial** encerrou o dia vendido a **R$ 5,379**, marcando uma queda de 0,48% e sua quarta **queda consecutiva**. Em seu menor valor desde 4 de dezembro, a divisa acumula uma retração de 3,5% nas últimas quatro sessões. Paralelamente, a **Bolsa** de Valores demonstrou **euforia**, com o índice **Ibovespa** da B3 subindo 1,11% e fechando aos 163.664 pontos, seu maior nível em mais de um mês.

Cenário Internacional: O Papel da Venezuela

As **moedas de países emergentes** foram beneficiadas pela diminuição das preocupações geopolíticas. A presidenta em exercício da **Venezuela**, **Delcy Rodríguez**, enviou uma carta a Donald Trump sinalizando disposição para uma “agenda de colaboração”, o que ajudou a aliviar as tensões e a impulsionar o apetite dos investidores por ativos de risco.

Fatores Internos: Política e Economia Brasileira

Internamente, o **real** também se beneficiou do tradicional **realinhamento de posições** no início do ano. No entanto, em dezembro, a moeda brasileira havia sido pressionada por **ruídos políticos** gerados pela pré-candidatura do senador **Flávio Bolsonaro** (PL-RJ) às eleições de 2026. Além disso, o envio de **remessas de empresas ao exterior**, aproveitando a isenção de **Imposto de Renda sobre dividendos** acima de R$ 50 mil mensais, também exerceu pressão no período anterior.

O Fim das Preocupações com a Venezuela e o Reflexo no Mercado

O mercado financeiro reagiu positivamente à diminuição das tensões em torno da Venezuela e ao maior interesse por economias emergentes. Como resultado, o dólar fechou abaixo de R$ 5,40 pela primeira vez desde o início de dezembro, registrando R$ 5,379. Essa movimentação reflete a euforia dos investidores e a confiança renovada em ativos de risco.

O dólar comercial teve sua quarta queda consecutiva, atingindo o menor valor desde 4 de dezembro e acumulando uma retração de 3,5% nas últimas quatro sessões. Paralelamente, a bolsa de valores também celebrou, com o índice Ibovespa da B3 alcançando 163.664 pontos e alta de 1,11%, marcando o maior nível em mais de um mês e se aproximando do recorde histórico.

A principal catalisadora para essa melhora foi a redução das preocupações geopolíticas relacionadas à Venezuela. As moedas de países emergentes, incluindo o real, foram diretamente beneficiadas após a presidenta em exercício, Delcy Rodríguez, sinalizar uma ‘agenda de colaboração’ com os Estados Unidos, enviando uma carta a Donald Trump. Isso diminuiu a aversão ao risco na região.

Além do cenário venezuelano, o real também se beneficiou do tradicional realinhamento de posições no início do ano. É importante recordar que, em dezembro, a moeda brasileira havia sofrido pressão devido a ruídos políticos internos e ao envio de remessas de empresas ao exterior, aproveitando a isenção de Imposto de Renda sobre dividendos.

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A Força da Bolsa: Ibovespa em Alta e o Otimismo

O mercado financeiro brasileiro vivencia um período de otimismo, com o dólar fechando a R$ 5,379. Essa cotação, a menor desde o início de dezembro, reflete a diminuição das preocupações geopolíticas envolvendo a Venezuela e um renovado apetite por economias emergentes. Paralelamente, o Ibovespa celebra sua alta, atingindo o maior nível em mais de um mês e sinalizando uma fase de euforia na Bolsa de Valores.

A moeda estadunidense registrou sua quarta queda consecutiva, acumulando um recuo de 3,5% nas últimas quatro sessões. O dólar comercial, que chegou a operar na mínima diária de R$ 5,36, demonstrou uma clara tendência de baixa após a abertura dos mercados nos Estados Unidos, consolidando o movimento de desvalorização frente ao Real.

No front da Bolsa de Valores, o dia foi de intensa euforia. O índice Ibovespa da B3 encerrou o pregão em 163.664 pontos, registrando uma alta de 1,11%. Esse desempenho notável coloca o indicador em seu maior patamar desde 4 de dezembro, reiterando o clima de otimismo que permeia o mercado de ações brasileiro.

A melhora no cenário externo foi crucial. A redução das tensões com a Venezuela, após a presidente em exercício Delcy Rodríguez expressar disposição para uma “agenda de colaboração” com os EUA, beneficiou as moedas de países emergentes, incluindo o Real. Esse fator geopolítico contribuiu diretamente para o aumento do apetite por risco e o fluxo de investimentos para a região.

Internamente, o Real também se beneficiou do realinhamento de posições característico do início de cada ano. Em contraste, dezembro foi marcado por ruídos políticos decorrentes da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para 2026 e pelo envio de remessas de empresas ao exterior, aproveitando a isenção de Imposto de Renda sobre dividendos. A superação desses desafios aponta para uma maior estabilidade na política econômica.

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Política Interna e Fluxo de Capitais: Os Fatores que Movem o Real

O cenário do mercado financeiro brasileiro tem demonstrado sensibilidade a fatores externos e internos. Recentemente, a cotação do dólar recuou significativamente, fechando a R$ 5,379, marcando sua quarta queda consecutiva e atingindo o menor valor desde o início de dezembro. Paralelamente, o índice Ibovespa da B3 registrou alta, alcançando 163.664 pontos. Essa melhora pode ser atribuída, em parte, à diminuição das tensões geopolíticas, especialmente em relação à Venezuela, que gerou maior apetite por economias emergentes.

Apesar da influência externa, a política interna brasileira desempenha um papel crucial na valorização ou desvalorização do real. Em dezembro, por exemplo, a moeda nacional sentiu a pressão de ruídos políticos, como os gerados pela pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) às eleições de 2026. Tais incertezas políticas frequentemente levam investidores a buscar maior segurança, impactando diretamente o câmbio.

Além da política interna, o fluxo de capitais é um determinante essencial. No final do ano passado, o real também foi impactado pelo envio de remessas de empresas ao exterior, movimento intensificado pela proximidade do fim da isenção de Imposto de Renda sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais. No entanto, o início do ano trouxe um realinhamento de posições, favorecendo a moeda brasileira e contribuindo para a recuperação observada no mercado financeiro.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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